segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

jamais te esqueceri

Passam-se as horas, passam-se os dias.
E apesar de tudo continuo te amando.
Chega à noite e em sonhos, te amo.
Aconchegante o teu corpo, quentes os teus lábios.

Inebriado de amor, sugo teu néctar,
De amor me embriago de êxtase com seus afagos.
Paixão, amor e sensualidade.
Sempre como a primeira vez, sempre apaixonado.

Tenho saudades, ao seu lado adormeço,
Deixo-me levar pelas ondas do mar
Sonho, e no sonho, eu te amo.
E no sonho sempre eu te amo!

E no sonho, sempre,
Eu te amo!
Eu te desejo,
Eu te quero!


Luiz/15/02/2016

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Ainda tenho esperança

Ah! Os teus sorrisos tímidos,
Enlouquecem-me, desperta
Os meus desejos. acorda
Meus profundos sentimentos.
Já não suporto todo sofrimento,
Minha vida é só esperar
Que você volte para me alegrar.

Se tudo acabar, prefiro
Deixar que a correnteza
Araste-me e envolva
Meu corpo com as espumas do mar.

Mas, tenho a esperança
Que acordes um dia e venhas
Novamente me encontrar,
E na taça da vida, sutilmente me brinde
Com um cálice de amor!


Luiz 14/02/2016

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Porque não consigo viver sem você?
Já tentei te esquecer,
Mas as lembranças lindas que do que vivemos
Os momentos, os sorrisos, a timidez.
Será que viemos um para o outro,
Ou será que a vida é uma mera ilusão?

Já tentei, mas não quero te esquecer,
O que seria minha vida sem você?
Um labirinto de mentiras, um deserto sem verde.
Um mar seco sem águas, sem vida!

Não, não te esquecerei, levarei comigo,
Estas lembranças, estas imagens
Que não se apagam,
Levarei comigo tudo que vivemos e
Levarei comigo o que não vivemos.

Partirei com as lembranças
Do primeiro beijo, dos primeiros passos
Dos nossos abraços, de nossos fracassos
Enfim dos laços, que nos uniram!!


Luiz/10/02/2016

sábado, 6 de fevereiro de 2016

O final dos tempos

Silêncio nas noites,
Não se ouve o coaxar dos sapos
Nem o silvar das serpentes
O barulho das águas sessou
Repentinamente o tempo parou.

O sol não despontou,
As estrelas e a lua apagaram seus brilhos
Só a escuridão, sem sons, sem luz, sem calor.
Impera a solidão, impera a dor.
Foi assim, assim que o mundo apagou.

E do sonho restou à lembrança,
Pois ainda existe esperança,
Apesar dos estragos que o homem causou,
De salvar o que ainda restou
Da mãe terra que nos criou!


Luiz/06/02/2016

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

É a morte dos rios

São gritos nas noites,
São suspiros e ais
São gemidos de dores,
São ramos e flores
São lamentos gerais.

São árvores gigantes,
São rios que choram,
São matas que caem.
São bichos que correm,
São os pobres animais

Que fogem do fogo,
Que bebem das águas
Ou dos lamaçais.
E a culpa é do homem
Que com sua ganancia
Nem mesmo se importa
Com a morte eminente
Dos nossos mananciais.


Luiz/03/02/2016