domingo, 9 de junho de 2013

Água

 Água

Água que escorre na serra
E tomba na terra
Gemendo na cascata
Nutrindo as matas
Onde vive as aves
De belas plumagens

Houve um dia que as encostas
Íngremes eram então habitadas
Por frondosas e belas árvores
Hoje com o auxílio dos homens
Feridas enormes, crateras engolem,
A paisagem em seu derredor.

Acordem desumanos, humanos.
Enquanto há tempo
Enquanto há vida
Deixem de aspereza
Salvem a natureza
Onde vamos viver.

E as águas continuam, gemendo,
Descendo ,caindo ,correndo, sumindo.
Pedindo socorro e os morros
Pelados,raspados gritando,pedindo, avisando.
E o homem continua... depredando. Água
Água que escorre na serra
E tomba na terra
Gemendo na cascata
Nutrindo as matas
Onde vive as aves
De belas plumagens

Houve um dia que as encostas
Íngremes eram então habitadas
Por frondosas e belas árvores
Hoje com o auxílio dos homens
Feridas enormes, crateras engolem,
A paisagem em seu derredor.

Acordem desumanos, humanos.
Enquanto há tempo
Enquanto há vida
Deixem de aspereza
Salvem a natureza
Onde vamos viver.

E as águas continuam, gemendo,
Descendo ,caindo ,correndo, sumindo.
Pedindo socorro e os morros
Pelados,raspados gritando,pedindo, avisando.
E o homem continua... depredando.

Luiz